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Acentuação Gráfica das Oxítonas

Oxítonas
Definição:Palavra cuja sílaba tônica é a última.

OXÍTONAS ACENTUADAS

Levam acento gráfico todos os vocábulos oxítonos terminados em:

a) a, as – Dofá, sofás, cajá, cajás, ananás, amá-la, cortejá-la, beijá-la, apresentá-la, amá-la-ás, cortejá-la-ei, beijá-la-á, apresentá-la-emos;

b) e, es – você, vocês, candomblé, café, cafés, aloés, socorrê-la, prendê-lo, entendê-la, socorrê-la-ás, prendê-lo-emos, entendê-la-á;

c) o, os – avô, avós, carimbó, cipó, cipós, repô-lo, transpô-lo, propô-la, repô-la-ás, transpô-lo-emos, propô-lo-ei;

d) em, ens – armazém, armazéns, também, amém, além, detém, contém, retém, intervém, provém, detém-no, detém-lo, retém-no, retém-lo.

OXÍTONAS SEM ACENTO

Oxítonas terminadas em “u” – É quase mania nacional acentuar oxítonas terminadas em “u”. Nos vocábulos seguintes, o acento gráfico é proibido.

angu
anu
Aracaju
babaçu
belzebu
baiacu
bambu
beiju
iglu
Iguaçu
inhambu
aracu
Itaipu
Itu
jaburu
jacu
peru
pirarucu
pitu
rebu
surucucu
sururu
tatu
tutu
               
buçu
caititu
calundu
candiru
canguçu
caracu
Caramuru
jambu
jucurutu
jururu
jus
Manacapuru
mandacaru
menu
umbu
umbundu
uru
Uruaçu
urubu
urucu
uruçu
Chuchu
cru
cupu
cupuaçu
cururu
exu
hindu
meru
nu
Pacaembu
pacu
pacuguaçu
pacuçu
Paraguaçu
uirapuru
vodu
vuvu
xampu
xuru
zebu
zulu

 

Não sei se é pra rir ou chorar…isso é o que fazem com o dinheiro público. Literalmente mandam pro espaço.

 

O Viaduto de Millau é uma grande ponte suspensa por cabos que facilita a travessia do vale do Rio Tarn, próximo a Millau, no sudoeste da França. Projetada pelo arquiteto inglês Norman Foster e pelo engenheiro francês, especializado em pontes, Michel Virlogeux, é a mais alta ponte aberta ao tráfego de veículos do mundo, com 343 metros de altura. Foi inaugurada em 14 de dezembro de 2004 e aberta ao tráfego dois dias depois.

 

Localização

A ponte é localizada em Millau, França. Antes da sua construção, o trafego de veículos tinha de descer até o vale do Rio Tarn, causando pesados congestionamentos, principalmente na época das férias de verão. A ponte agora atravessa o vale pelo ponto mais alto, formando a última ligação entre Clermont-Ferrand e a região do Languedoc e a Espanha, reduzindo consideravelmente o custo de trafegar por esta rota. Muitos turistas indo para o sul da França e a Espanha seguem esta rota por ser direta e sem pedágio (portagem), exceto o da própria ponte.

O grupo Eiffage opera um pedágio na ponte, para se ressarcir dos custos da construção, segundo contrato com o governo, que dá a companhia direitos de portagem por 75 anos.

 

Custos e recursos

A construção da ponte consumiu mais de 394 milhões de euros, com uma praça de pedágio 6 km ao norte adicionando mais 20 milhões. Os construtores, Eiffage, financiaram a construção, pela concessão do direito de recolher pedágio por 75 anos, até 2080. Entretanto se a concessão for muito rentável, o governo tem a opção de assumir a ponte em 2044. A construção consumiu 127.000 m³ de concreto, 19.000 toneladas métricas de aço para a estrutura e mais 5.000 toneladas métricas de aço pré-estirado para o estaiamento. Os construtores afirmam que a ponte tem uma vida útil estimada em 120 anos.

  

Fonte