Excluded Middles: Quitting Facebook

Se libertando do facebook?!?!?

Good Things Run Wild

Originally published as “The Sosyal Network” in the Manila Bulletin, October 26, 2011

I recently shut down my Facebook account. This is partly for pragmatic reasons: doing so has saved me a lot more time for work and leisure reading. It is partly for security reasons: like most people, I live with an exaggerated sense of self-importance, and am in constant fear of creepy strangers looking at my bikini photos.

I do not regret it. Getting rid of my Facebook account has liberated me from the bondage of constantly keeping up with my peers. I no longer know where everyone else is going and with whom and what they are doing there, and I no longer feel bad or uncool about not being there too. It has also saved me the trouble of trying to find good photos of myself to post, and evaluating my self-worth on the number of…

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A desoneração do IPI do automóvel não foi a responsável pelos congestionamentos das cidades

Publicado por Lincoln Paiva no dia 11 de julho de 2013
Lincoln Paiva

é autor do blog  Mobilidade Sustentável, membro da SLoCat (Sustainable Low Carbon Transport), coordenada pelo Departamento desenvolvimento socioeconômico da ONU. É também membro da Cities-for-Mobility, rede mundial de mobilidade urbana coordenada pela Cidade de Stuttgart, e do GT de Meio Ambiente e Mobilidade do Movimento Nossa São Paulo. É sócio-diretor do escritório de Consultoria de Mobilidade Sustentável Green Mobility e idealizador do Projeto MelhorAr de Mobilidade Sustentável.

Os congestionamentos são fruto de escolhas equivocadas ao longo dos anos. Há mais de um século os governos reproduzem um modelo de desenvolvimento urbano que obriga cidadãos a conviverem com horas diárias de paralisação do tráfego, e que geram impactos tais como a poluição, o desemprego e a exclusão social.

Há atualmente um apagão no setor de transportes públicos que certamente não será resolvido com as atuais medidas anunciadas, ou com os R$ 50 bilhões prometidos pelo governo federal. Especialistas vêm sustentando através da mídia que as desonerações do IPI dos automóveis e da CIDE combustíveis agravaram os congestionamentos nas cidades; no entanto, esta é a parte menos importante dos problemas que temos hoje em dia. Mesmo que estas desonerações não tivessem sido implementadas desde 2003, quais seriam as chances que os recursos provenientes destes tributos teriam de ser aplicados em infraestrutura e transportes públicos da cidade? Nenhuma. Então, a discussão de que estes recursos dariam para fazer 150 km de metrô ou 1.500 km de corredores de ônibus é improdutiva, ineficaz e um exercício matemático tolo que desvia a atenção dos principais problemas das cidades.

Outra questão que se coloca é que o Brasil possui uma taxa de motorização (número de veículos por habitantes) muito pequena – está na posição de número 65 numa lista de países com as maiores taxas, sendo os EUA o líder desta mesma lista. Ou seja, se o Brasil tivesse duplicado ou triplicado o número de veículos em relação aos seus habitantes, ainda assim ficaríamos numa posição inferior ao da Argentina por exemplo. Isso significa que, por enquanto, não se trata do número de automóveis e sim do modelo de cidades que estamos construindo.

Até agora não foi publicada nenhuma linha sobre a importância do desenvolvimento de grande masterplan de transportes públicos para os próximos 10, 20, 30 anos. Nem houve a discussão pública sobre a sua implantação a curto, médio e longo prazo na cidade. Não existe uma linha sequer sobre a importância de uma reforma nas leis atuais de polos geradores de tráfego que são responsáveis por produzirem e atraírem milhares de viagens de automóveis para os grandes centros. Nenhuma linha sobre o modelo de outorga onerosa que permite construir acima do permitido; nem nada sobre a construção de habitações sociais que levam as pessoas mais pobres para cada vez mais longe do trabalho, sem nenhuma infraestrutura de transportes. Nenhuma linha vimos sobre as formas de financiamento dessas habitações, que obrigam as pessoas mais pobres a invadirem prédios desocupados no centro, que por sua vez não recebeu nenhuma estratégia ou plano de habitação… Nenhuma linha veremos sobre o modelo monocêntrico de cidade, que obriga à busca de trabalho nos grandes centros, criando um dos maiores movimentos pendulares em horários de pico do mundo?

Mudar o sistema de transportes não significa construir quilômetros de corredores de ônibus e metrôs… Significa uma estratégia mais ampla que leva em consideração as políticas públicas sobre transporte não motorizado, desenvolvimento urbano, desenvolvimento social, trabalho, educação, saúde e cultura.

O governo federal abriu os cofres para a produção de corredores de ônibus no conceito de BRT (Bus Rapid Transit), mas não há uma única discussão se esse modelo é viável para cidades acima de 2 milhões de habitantes que necessitam de transportes de alta capacidade. Não se faz nenhuma pergunta sobre se estes investimentos terão vida curta em função do déficit e da demanda de transportes ao longo dos anos? De qualquer forma não temos um plano para isso, ou para o que vem depois, e recursos são gastos de forma inconsequente, incompetente e até irresponsável.

Vejo os principais jornais do país pedindo corredores de ônibus e metrô, mas não vejo nenhuma linha pedindo um planejamento e discutindo o modelo proposto desses corredores de ônibus e metrô. Serão eficazes? Por quanto tempo? E se a economia melhora? Se a população crescer além do estimado? Será que uma PPP é o melhor modelo para construção de transporte público para população de baixa renda? Qual foi a modelagem desse projeto ao longo dos anos? Como estes projetos desenvolverão as cidades? Ou estamos apenas enxugando gelo?

Fonte:  Mobilize

GLOBO NÃO EXPLICA O ERRO #Jango

Santo do pau oco

Midiacrucis's Blog

SEQUER 50 ANOS DEPOIS). 
                                               

INSTITUTO JOÃO GOULART.

João Vicente Goulart
Trajano Ribeiro
Daniel Cunha

Existe uma contenção natural no ato de criticar alguém que mesmo hipoteticamente está reconhecendo um erro. O jornal O GLOBO no editorial do dia 01 de setembro de 2013 abre a semana que antecede a comemoração do dia da independência admitindo que cometeu um erro ao apoiar o golpe militar de 1964 sem, contudo proceder com isenção e explicar ao país de que modo errou e atentou contra a soberania nacional.

Se for um pedido de desculpas à nação, carece de sinceridade e humildade inerentes àqueles que de fato reconhecem que erraram. O reconhecimento de um erro por qualquer pessoa é um fato louvável quando possui conteúdo. Dá para recriar alguns chavões típicos das manifestações: “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo” e por aí vai. Grande parte ou a maioria…

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