AirBus A330

O Airbus A330 é a aeronave comercial de passageiros de maior capacidade de operação para médias e longas distâncias fabricada pela Airbus. Ele foi desenvolvido ao mesmo tempo que o A340 de quatro turbinas.

A Airbus pretendia colocar o A330 para competir diretamente no ETOPS, especificamente com o Boeing 767.


A fuselagem e as asas do A330, são idênticas à versões menores do A340, embora tenham motores diferentes. A fuselagem do A330, é basicamente herdada do Airbus A300, como a seção do nariz/cockpit, o sistema fly-by-wire e o deck do A320. O A330 e o A340 são montados na mesma linha de montagem em Toulouse-Blagnac, França.

Ao fim de Janeiro de 2009, um total de 1012 A330 foram encomendados e 590 entregues.

Airbus A330-200

O Airbus A330-200 nasceu como versão de longo alcance derivada do A330-300 começou a ser desenvolvido a partir de novembro de 1995.

Com o baixo número de vendas do A340-200 (apenas 28 foram construídos), a Airbus decidiu usar a fuselagem do A340-200 com as asas e motores do A330-300. Isto criou um avião muito mais econômico do que o quadri-jato que serviu de base.

Em fevereiro de 1996 viria a primeira encomenda, de 13 unidades, feita pela empresa de leasing ILFC.

O primeiro vôo foi realizado em 13 de agosto de 1997 e as primeiras entregas em abril de 1998. Praticamente idêntico ao A330-300, e da mesma forma oferecido às companhias com três opções de motores (Rolls Royce, Pratt & Whitney e General Electric), as diferenças mais marcantes são o menor comprimento da fuselagem e a maior capacidade de combustível, graças à adição de um tanque central.

O maior alcance fez da versão -200 um best seller, ultrapassando com folga o número de encomendas do seu irmão maior A330-300, e competindo diretamente com o Boeing 767-300ER na categoria de bimotores de longo alcance. Rapidamente o modelo tornou-se o “avião do momento” entre vários operadores, tanto empresas regulares como charters.

 

Principal acidente

24 de agosto de 2001 – O voo Air Transat 236 operado com um A330-243 realizou o maior voo planado jamais registado na aviação comercial a jato após ter perdido o combustível a meio do Oceano Atlântico. O voo sem motores durou cerca de meia hora, ao longo de 120 km (65 milhas náuticas), realizando uma aterreagem de emergência no Aeroporto das Lajes, na ilha TerceiraAçoresPortugal. Não houve feridos, mas o avião sofreu alguns danos estruturais, tendo rebentado igualmente os pneus.

 

Avião do Real Madrid: “La Saeta”

 

O Real Madrid mostrou nesta segunda-feira porque é um dos clubes mais ricos do planeta. Em cerimônia na capital espanhola, o presidente de honra merengue, o ex-jogador Alfredo Di Stéfano, apresentou o avião que servirá de transporte exclusivo para o elenco madrileno.

O avião foi batizado de “La Saeta”, que significa “A seta”. O apelido é o mesmo de Alfredo Di Stéfano, presidente de honra do clube e ex-atacante da equipe nas décadas de 1950 e 60. O próprio Di Stéfano apresentou o novo meio de transporte da equipe.

Também estiveram presentes na cerimônia o presidente do clube, Ramón Calderón, e os jogadores de futebol Raúl, Guti, Casillas e Michel Salgado, além de Felipe Reyes e Louis Bullock, do time de basquete.

– Dizem que todos os caminhos levam a Roma e este avião realizará sua primeira viagem para lá. Esperamos que o último desta temporada seja no dia 21 de maio, com a taça da Liga dos Campeões dentro – disse Calderón, durante a entrevista coletiva.

O jato ainda estará à disposição de torcedores, que poderão voar com a equipe e se concentrar no mesmo hotel, pela quantia de 70 mil euros (quase R$ 200 mil). O avião foi conseguido graças a um convênio entre o Real e a empresa aérea Viajes Iberia.

 

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