Serviço ‘resgata’ bêbados e carros em Londres

A Grã-Bretanha tem o limite de teor alcoólico para motoristas mais alto da Europa: 8 decigramas de álcool por litro de sangue, o equivalente a dois copos de 570 ml de cerveja.

Mas quem é flagrado com um teor alcoólico acima do limite pode pegar até seis meses de prisão, ter a carteira de motorista suspensa por 12 meses e está sujeito a uma multa de até 5 mil libras esterlinas (quase R$ 16 mil). Para evitar as punições, surgiram serviços que permitem que os motoristas saiam de carro e bebam à vontade. Um deles é o Scooterman.

A empresa surgiu em 1999, fundada por dois amigos, Robert Willliamson e Edmond Hewitt. Eles queriam oferecer uma operação em que um chofer particular fosse buscar o cliente que tinha bebido mais que o permitido e o levasse para casa em seu próprio carro. A inovação do serviço é que o chofer chega para buscar o cliente numa mini-motocicleta desenhada especialmente para a empresa.

A moto é então desmontada, colocada em sacolas e, minutos depois, está encaixada no porta-malas do carro do cliente. O motoqueiro vira motorista particular até que o dono do carro chegue em casa, são e salvo, e sem causar acidentes.

“A nossa moto cabe em qualquer porta-malas, mesmo nos menores carros”, garante o diretor da Scooterman Robert Williamson.

Mark Peterson, um publicitário que se tornou freguês assíduo da empresa, elogia o serviço.

“Eu bebi o dia inteiro e o serviço é fantástico. Custa menos que andar de táxi e eu acordo no dia seguinte em casa, com meu carro na garagem”, diz ele.

O scooterman conta com cerca de 30 motocicletas só na capital britânica e já tem franquias em outras cidades do país.

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Segundo especialista: Seguro de carro pode cair até 20% com ‘lei seca’

Para formar o preço do seguro do carro, as seguradoras usam um percentual para batidas em torno de 20% do valor total. É com esta margem que as empresas irão reduzir o valor das apólices devido ao impacto da ‘lei seca’ para motoristas, que já diminuiu em cerca de 50% o índice de batidas violentas.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), Leoncio de Arruda, as seguradoras serão obrigas a repassar ao consumidor uma redução entre 10% e 20% do preço das apólices por causa da concorrência acirrada no setor.

“Existem 45 seguradoras que trabalham com seguro de automóveis no Brasil. Só 30% da frota tem seguro. É uma concorrência muito grande”, observa. “A empresa que não reduzir os preços não vai vender”, ressalta.

Segundo Arruda, a redução atingirá a faixa estária em que o seguro caro: a dos jovens de até 30 anos. “Quem ocasionava esses acidentes eram os jovens até 30 anos e esses jovens normalmente são de poder aquisitivo um pouco melhor”, observa.

Daqui seis meses

O corretor Ragime Torii, da CRJ Corretora de Seguros, em Santo André (Grande São Paulo), alerta que a queda nos valores só irá acontecer daqui, pelo menos, seis meses. “É quando será feita a reavaliação estatística dessa ocorrência, que apontará se diminuiu o índice de sinistro”, explica Torii.

Segundo o corretor, o consumidor não deve comemorar ainda, já que se houver alguma mudança na lei, o cenário será outro. “Há muita pressão sobre essa ‘lei seca’, é muito cedo para falar em queda no valor das apólices”, ressalta.

Ragime Torii explica que o fator que mais conta na avaliação da apólice é o roubo. “Um seguro que cobre somente roubo e incêndio custa 60% do valor do seguro total.”

Margem de lucro reduzida

A “bondade” das empresas de seguro em reduzir os preços é explicada pelo novo cenário que enfrentam. Apesar de o número de apólices ter aumentado com o boom nas vendas de carro novos, a lucratividade do negócio caiu.

O presidente da Sincor-SP afirma que a época de aumento de preços de seguro acabou. “O preço das apólices reduziu no ano passado. A margem de lucro do negócio caiu a ponto de a maioria das empresas registrarem prejuízo. Entretanto, o volume permitiu o lucro financeiro”, explica.

Para retomar a lucratividade, as empresas querem aumentar o número de apólices. Segundo Arruda, a meta é atingir 50% da frota em cinco anos. O volume também afeta o desempenho da empresa por causa do ranking. “Ela prefere perder dinheiro a ranking, porque compensa nas outras carteiras como saúde e previdência, que são mais rentáveis”, diz Leoncio Arruda.

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www.g1.com

Automóvel: Hora certa de trocar as palhetas

A fim da vida útil das palhetas pode ser facilmente detectada. Os principais indicadores de palhetas desgastadas são rachaduras e empenamento da lâmina. É comum, também, perceber a lâmina rasgando-se do conjunto.

Estes sintomas são refletidos no mal funcionamento do sistema de limpadores de parabrisas. Quando as palhetas chegaram a este estado, você provavelmente perceberá que a limpeza do vidro não ficará 100%, e verá uma destas reações a seguir.