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Neti Pot: Limpeza Nasal

Reduz em até:

  • 63% Alergias e Reações Alérgicas;
  • 50% Sintomas da Asma;
  • 85% Gripes (Sazonal, Aviária, Suína, Influenza);
  • 84% Sinusites;
  • 79% Resfriados;
  • 85% Nariz Entupido;
  • 85% Febre do Feno;
  • 92% Dor de Cabeça e Enxaquecas;
  • 70% Ronco e Dificuldades p/Dormir.

Este método de enxaguar o nariz com água salgada morna é uma forma suave e fácil de remover crostas e partículas das passagens nasais. É simples de fazer e não tem efeitos secundários nocivos. Ele provou ser altamente eficaz na prevenção e tratamento da sinusite, e é também um elemento útil no tratamento da sinusite crônica. Aqueles que sofrem de alergias a pólen e poeira podem, em muitos casos, reduzir os seus sintomas nasais por praticar a limpeza.

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Aquecimento global aumenta risco de pedras nos rins, diz estudo

Um estudo realizado por cientistas americanos sugere que a elevação nas temperaturas globais pode causar um aumento no número de pessoas afetadas por cálculo renal.

Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o aquecimento global poderia intensificar a desidratação, considerado um dos principais fatores de risco do cálculo renal.

Os pesquisadores estimam que, até 2050, o aumento nas temperaturas poderá causar um acréscimo de 30% nos casos de pessoas que sofrem de pedras nos rins – ou seja, entre 1,6 milhões e 2,2 milhões de novos casos de cálculo renal.

“Esse estudo é um dos primeiros exemplos do aquecimento global causando uma conseqüência direta à saúde de seres humanos”, afirmou Margaret Pearle, que liderou o estudo.

De acordo com os pesquisadores, o aumento no número de casos de pedras nos rins ampliaria uma área dos Estados Unidos conhecida como o “cinturão do cálculo renal” – área do país onde as temperaturas são mais elevadas e que compreende os Estados do Alabama, Arkansas, Flórida, Geórgia, Louisiana, Mississipi, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Tennessee.

Temperatura

O cálculo renal, ou nefrolitíase, é uma doença comum. As pedras nos rins, que são cristais formados por minerais dissolvidos na urina, podem ser causadas por problemas ambientais ou pelo metabolismo.

O baixo volume de urina aumenta diretamente o risco de pedras nos rins por causa do aumento da concentração de sais que formam os cristais. Isso pode decorrer da pouca quantidade de líquidos ingeridos pelo paciente ou pela perda de água causada pela desidratação.

Os pesquisadores ressaltam que há uma variação geográfica nos casos de cálculo renal que já foi atribuída às diferenças regionais de temperatura.

“Quando as pessoas são relocadas de áreas onde as temperaturas são moderadas para regiões de clima mais quente, foi observado um aumento repentino nos casos de pedras nos rins. Isso foi demonstrado, por exemplo, em alguns casos de militares que foram enviados ao Oriente Médio”, explicou Pearle.

Para prever as alterações nas temperaturas, os pesquisadores usaram modelos de aquecimento global do relatório de avaliação de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês). O documento prevê o aumento das temperaturas com base nas previsões das emissões de gases poluentes.

A equipe analisou dois estudos que observaram casos de cálculo renal em várias regiões geográficas e fizeram uma relação entre os casos regionais e o aumento na temperatura média local.

A partir dessa relação, os cientistas puderam derivar dois modelos que relacionam as temperaturas com o risco de cálculo renal.

Os dois modelos indicam que o aquecimento global irá provocar uma expansão no atual cinturão do cálculo renal, mas sugerem diferenças no tamanho exato da expansão e o local das mudanças.

De acordo com um dos modelos, o impacto do aquecimento global nos casos de cálculo renal será não-uniforme e concentrado na metade sul do país, enquanto o outro sugere um aumento na porção norte do Centro Oeste americano.

Considerando a previsão de aumento populacional nessas áreas, o estudo estima que a elevação nas temperaturas pode causar até 2,2 milhões de novos casos da doença.

Custos

Segundo os pesquisadores, o número de novos casos pode significar um aumento de até US$1 bilhão (R$1,6 bi) no custo anual do tratamento da doença até 2050, o que representa um valor entre 10% e 20% maior do que as estimativas atuais.

“Obviamente, esse acréscimo é um problema, se considerarmos os custos associados ao tratamento de pedras nos rins”, disse Yair Lotan, que participou do estudo.

Os cientistas indicam ainda que as mudanças na incidência do cálculo renal podem ser esperadas em outros “cinturões” ao redor do mundo.

Fonte

http://www.bbc.co.uk

Veículos híbridos terão ruído artificial para segurança dos pedestres

Carro Elétrico

Os veículos híbridos são tão silenciosos quando estão operando apenas com seus motores elétricos que eles estão se transformando em um risco para pedestres e, principalmente, para cegos e pessoas idosas.

Um estudo feito por psicólogos da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, afirma que um pedestre em perfeita saúde terá somente um segundo para detectar de forma audível a aproximação de um veículo híbrido rodando em velocidade baixa.

Segundo Laurence Rosenblum, coordenador do trabalho, a nova tecnologia de automóveis terá que receber modificações para não se transformar em um sério risco para os pedestres em geral, mas principalmente para crianças pequenas, idosos, cegos, corredores e ciclistas.

Silêncio dos veículos híbridos

Rosenblum analisou sons reais de automóveis comuns, com motores a combustão, e de veículo híbridos, rodando apenas com seus motores elétricos. Os resultados mostraram que um veículo híbrido deve estar 74% mais próximo do que um veículo com motor a combustão, para que as pessoas consigam identificar de qual lado ele está vindo.

“As pessoas podem avaliar corretamente a aproximação de um carro a combustão quando ele está a cerca de 9 metros de distância,” explica o psicólogo. “Mas elas somente conseguem avaliar a direção de aproximação de um híbrido quando ele está a 2 metros de distância.”

Som artificial

A experiência foi feita unicamente com os sons, sem que as pessoas estivessem vendo os carros, porque o objetivo direto da pesquisa é mensurar os riscos que os novos veículos criam para pessoas cegas.

Em velocidades mais altas, acima de 40 km/h, os ruídos dos pneus e do movimento do ar são suficientes para diminuir os riscos.

Segundo os pesquisadores, a solução mais simples e barata para o problema será a colocação de um pequeno alto-falante nos carros, emitindo um ruído característico nos momentos em que ele estiver se movimentando unicamente com o motor elétrico e abaixo dos 40 km/h.

Fonte